21 – Passeando até à Escócia – Finalmente Glasgow!

18 de Agosto de 2011 – continuação

Durham é uma cidadezinha muito simpática, se calhar requereria uma visita mais cuidada, mas aquilo é a subir e o tempo tinha aquecido um bocado, o que tornava a visita mais difícil.

Andei a refrescar-me um pouco na zona do rio, com sumo pois cerveja é coisa rara…

Junto à sua ponte medieval, the Elvet Bridge, sobre o rio Wear

Depois voltei a caminhar um bom pedaço por aquelas ruas íngremes, apreciando os recantos pitorescos. A cidade estava cheia de gente e de sol e isso não se podia perder!

A catedral espantosa, lá em cima, depois de tanto subir era bom que fosse bonita! E era!

No exterior o cemitério antigo rodeia a grande igreja

O castelo fica logo ali, do outro lado do relvado que quase enche a praça, mas estava fechado, para obras.

A animação estava toda cá em baixo, no centro da cidade

<img src="Petisquei por ali qualquer coisa, eles têm umas empadas gigantescas mas saborosas e pouco enjoativas, para enjoativo basta o fich yaaaarrrk fish!

E pus-me a andar de novo… tinha lido sobre a muralha de Adriano, sabia que era por ali e andei à sua procura. Afinal é um muro romano, construído 120 ac, com117km, que atravessa tudo por ali, certamente iria encontra-lo!

E acabei por cruzar com ele, claro! É curioso encontrar um muro, com mais de 2 metros de largura no meio dos campos e saber que é tão antigo e que atravessa o país do mar da Irlanda até ao mar do Norte!

O muro marca a fronteira com a Escócia, onde habitavam os povos que quem os romanos se queriam proteger!

Andei por ali a passear, mas não me apeteceu caminhar quilómetros para ver as fortalezas romanas que existem junto ao muro…

Limitei-me a “brincar” por ali, um dia pode ser que a muralha seja um dos destinos a catar em pormenor e aí então eu vou caminhar!

As estradas e caminhos perto da muralha são muito bonitos e não me apeteceu mais andar à procura do caminho da dita muralha, apeteceu-me mesmo curtir o caminho!

O céu voltara a dar uma volta sobre si e a mudar o seu aspecto, como acontece a toda a hora por aquele país acima!

Mas há céus “monstruosos” que são espectaculares por isso mesmo!

Parecia que ia anoitecer mas, como sempre, era cedo! O céu é que estava mal disposto!

Então cheguei a Carlisle e a sua catedral vermelha!

Aliás, toda a cidade tem uma dominante vermelha, onde o tijolo domina nas construções!

Um céu que pesava como chumbo, esperava-me à entrada da Escócia… e zangou-se mesmo comigo e desabou sobre mim!

Guardei a máquina fotográfica, meti-me numa via rápida e dei uma corrida até Glasgow, num trajecto em que por vezes não conseguia ver direito a estrada!

E então encontrei a placa que anunciava a Escócia, que em gaélico se diz Alba!

“Welcome to Scotland” que é o mesmo que dizer “Fàilte gu Alba”

Quando cheguei a Glasgow tudo estava calmo já, e ninguém diria que eu pássaro pelo interior de um temporal!

Da janela do meu quarto, no 9º andar, podia ver o rio Clyde

Fui guardar a minha motita no parque mesmo atrás do Hostel, no recanto de onde ela só sairia “em braços”, na manhã seguinte…

Passeei-me um pouco junto ao rio, sem saber que tempo não me faltaria para passear por ali, nos dias seguintes!

O Hostel é um edifício enorme, ali mesmo na margem do rio.

E tem um bar super-acolhedor, com cerveja para todos os gostos e boa comidinha!

Nessa noite não entrei na net, apenas mandei uma sms ao meu moçoilo e disse-lhe “escreve no meu mural do Facebook, que eu estou na Escócia e estou tão feliz!”

Fim do 13º dia de viagem!

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