25 – Passeando até à Escócia – Ainda Edimburgo!

21 de Agosto de 2011 – continuação

O castelo de Edimburgo é surpreendente, cheio de história e cheio de gente o tempo todo! Mas que importa, quando lá de cima se pode ver a cidade de diversos ângulos, se come decentemente, se bebe uma cerveja refrescante e se passeia serenamente!

Demora-se um bocado a entrar, a fila dá voltas sobre si e vai-se pondo o olho ao que há para ver dali! Ao comprar o bilhete decidi comprar um passe “The Explorer Passport” para explorar todos os castelos possíveis em 2 dias à escolha entre 5, assim não teria mais de pagar fortunas para os ver!

Lá de cima pode-se ver o rio Forth

Vê-se ao longe o Monumento Nacional Escocês, no topo do Calton Hill em homenagem aos que lutaram nas batalhas napoleónicas.

Não era fácil andar pelo castelo com tanta gente que lá andava.

Lá encontrei o famoso One O’Clock Gun, um canhão que é disparado todos os dias às 13.00 horas menos ao domingo desde 1861 como um sinal de tempo para os navios no rio.

Mas há mais canhões por ali!

O tempo estava a melhorar e as perspectivas sobre a cidade também!

Quando ia a entrar no patio onde está este senhor a cavalo um grupo de mulheres, bem crescidas, passou por mim a correr para ir tirar fotos junto da estátua! E soltavam gritinhos e tudo! Pensei que o homem fosse alguém muito importante, depois percebi que elas nem sabiam que era, apenas queriam tirar fotos junto de tudo o que encontravam!

Apanhei-me ali no vidro! eheheh

Gostei muito dos recantos do castelo, passeei-me por ali durante horas!

Por uma nesga entre dois edifícios chega-se a Crown Square, onde fica o palácio real

Ali fica também o Scottish National War Memorial, memorial a todos os escoceses mortos em guerra ao serviço da nação. Curiosamente, lá dentro, numa série de grandes livros, constam os nomes de todos os heróis de guerra!

O castelo já foi, entre outras coisas, prisão! E esta é visitável hoje.

Há ali uma série de museus e exposições para visitar. Coisas ligadas à guerra e ao exército. É engraçado ver imagens de homens bravos a lutar de saias! Eu sei que o tecido não protege nada, mas as pernas à mostra dão-me a sensação de fragilidade! Não?

E a cidade rodeia-nos por todos os lados ali em cima!

E foi para lá que eu fui a seguir.

Mesmo à porta do castelo fica o The Scottish Whisky Experience, onde se pode fazer uma replica do percurso do Whisky , mas eu não fui visitar! Estava muita gente e eu iria visitar mais do que uma destilaria a sério e a funcionar, já tinha decidido!

Dei muito mais importâncias a artistas de rua como este William Wallace tão espantoso como o Mel Gibson no Bravehart!

Este leitor sem cabeça

Ou este tocador de gaita-de-foles!

A este dei-lhe uma moeda, afinal ele estava a fazer um esforço maior, para tocar aquilo! A moeda deu-me o direito de o fotografar de vários ângulos, pois então!

E os recantos encantadores estão mesmo ali

Fui seguindo, catando o que a cidade tinha para me dar…

A vantagem de se ir lá em cima no autocarro, é que se vê por cima dos muros! E por cima de um muro vi um snooker gigante com gente a jogar!

Fui até junto do morro que fica ali mesmo ao lado, o Salisbury Crags, no meio do Holyrood Park, que as pessoas sobem para verem a cidade lá de cima… nem pensar em fazer tal caminhada! Cruzes!

A cidade é muito bonita, faz justiça à sua fama de beleza, sim senhor!

The Balmoral Hotel, junto à estação de caminho de ferro Waverley Station, originalmente construído para a empresa desta estação, mantém desde sempre o seu relógio adiantado 2 minutos para que ninguém chegue atrasado ao comboio!

Então não resisti e fui visitar o cemitério da Parish of Saint Cuthbert, no sopé do Castelo. Aquele cemitério está cheio de personalidades escocesas e não só, entre elas Charles Darwin, que foi um notável estudante da também notável universidade de Edimburgo!

Não fui lá para procurar nem fotografar a tumba de ninguém… apenas para passear em solo “sagrado” por quem lá está!

O castelo é uma presença permanente por toda a cidade e podia ser visto dali, lá em cima, imponente.

Com aquele céu azul não resisti a tirar-lhe mais um milhão de fotos!

Lá estava a igreja

Mas era mesmo o cemitério que me estava a fascinar!

Encontrei lá um bichinho tão giro! Tentei fotografa-lo sem o assustar.

Aproximei-me muito devagarinho e tal mas, não é que o gajo não tinha medo de ninguém e veio para mim a ver se eu lhe dava comida! E eu cheia de cuidado para não o assustar! Eheheh

Naquele país os animais não têm medo de ninguém, sinal de que são bem tratados. E o esquilito foi “meter conversa” com quem lhe deu de comer!

Segui para West Princes Street Gardens para onde dava o cemitério.

Como o sol se tornara espantoso!

Fui subindo a colina junto ao Castle Rock, com um dia daqueles só apetecia passear por ali!

Podia-se ver The General Assembly lá em cima, o ponto de encontro da Assembléia Geral da Igreja da Escócia

Estava cheia de gente por aqueles dias!

Ao longe podia ver o Scott Monument, teria de ir lá vê-lo mais de perto, mas não subiria escadas nem pagaria uma fortuna para ir lá cima, isso era certo!

Dei umas voltas por ali e “apanhei” o jardim do melhor ângulo! O relvado de East Princes Street Gardens estava cheio de gente, ali não se perde um momento de sol e naquele dia estava a ser bem mais do que um momento, estava a ser um paraíso!

Claro que também me estiquei no relvado, (quase dormi) e claro que também me sentei num banco! Ali tive pena de não gostar de gelados, pois era o que apetecia fazer, comer um!

Em frente, do outro lado do jardim fica a linha do caminho-de-ferro (em baixo, invisível) e lá em cima a cidade antiga.

E cheguei ao Scott Monument, erigido em estilo neo-gótico vitoriano, ao escritor escocês Sir Walter Scott, que foi o primeiro escritor inglês famoso internacionalmente ainda em vida.

Lá está o homem sentado no meio. Pagava-se para subir ao topo e eu fiquei cá em baixo, pois então!

Não fui também à colina, the Calton Hill, “inspirada” em Atenas, nem ao monumento a puxar para o grego, onde as pessoas gostam tanto de se fazer fotografar em frente.

Dei a volta por “cima” da estação, com perspectivas curiosas e enquadramentos surrealistas.

Apanhei o “quim” e fui embora para Glasgow, onde a George Square estava mais cheia de gente do que nunca! Continuei a não entender o que se passava, apenas no dia seguinte descobriria o que andavam ali a fazer!

E fui para casa, que era mais uma vez em Glasgow, pois então!

Fim do 16º dia de viagem… de comboio!

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