Amigos que partem…

Vou-me habituando à ideia de que não há momento

para as coisas acontecerem, nem as boas nem as más…

Nunca sabemos o que nos espera, na próxima curva do

caminho, na próxima dor de cabeça, na próxima viagem…

Se por um lado não devemos viver na inconsciência do

“vale tudo”, porque amanhã pode ser tarde demais;

também não podemos permanecer na espera do

momento ideal para viver e morrermos sem termos vivido!

Sou vulnerável e sofro por essa vulnerabilidade,

não podendo excluir a possibilidade de algo me acontecer

a mim ou aos meus entes mais queridos, amigos próximos…

Cada vez que desaparece uma pessoa nova demais

é como se o mundo estivesse errado, a ordem das coisas

fosse afinal desordem! Como se o mundo não pudesse ser assim!

Pensamos em injustiça, mas o mundo continua a girar

e nada volta mais a ser o que era… temos de nos adaptar…

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