23. Passeando por Marrocos – ainda Tanger…

Depois de me perder pelo labirinto de decorações deslumbrantes da ala de restauração do hotel, lá me obriguei a seguir um grupo para visitar a Medina!

Éramos apenas 5, um bom número para andar por ali sem stresses. Um guia colou-se a nós, era um tipo simpático e prestável, com os dentes todos estragados, mas com vontade de nos contar quem eram as casas restauradas e habitadas pelos europeus!

Cada Medina é uma Medina e esta bem diferente das que já viramos!

Uma padaria. Curioso que, nas padaria que visitei, os fornos eram sempre baixos, muito perto do chão!

Mais uma Medina branca! As portas continuavam a despertar-me o interesse, eram sempre diferentes!

O Diamantino parecia que tinha uma luz divina sobre si!

Ruelas estreitinhas onde, por vezes as casa pareciam quase tocar-se!

Chegamos à muralha

E, depois de ruelinhas tão estreitas e íngremes, havia espaço para um grande largo!

Se se olhasse com atenção, com olhos que maquina fotográfica não tinha, podia-se ver Espanha lá ao longe!

O nosso guia tirou-nos uma foto deixando a sua assinatura na sombra própria!

Seguimos à procura de mais umas lojinhas, pois faltava comprar ainda algumas recordações para os amigos. Ficou provado que uma Pan tem uma bagageira infinita! A do Diamantino parecia esticar, à quantidade e dimensão de cada compra que a amiga maria foi fazendo por terras de Marrocos!

Encontramos um bar ZERO!

No meio destes caminhos íngremes, com degraus à mistura, circulavam motorizadas!

Curioso que no meio do branco predominante, encontravam-se recantos de cores acentuadas! Vermelhos…

amarelos…

ou vermelhos e amarelos!

Então chegamos a uma casa, que não era mais que uma porta no fundo de um quelho estreito, onde o guia dizia que íamos ver Tanger todinha… não se entendia como! Até entrarmos numa loja descomunalmente grande para o aperto das ruas envolventes e começarmos a subir uma escada que parecia nunca acabar!

E vimos a Medina toda sim senhor!

À porta da loja um senhor perguntou-se se eu não queria que ele me tirasse uma foto ali, eu disse que sim e ele tinha jeito para a coisa!

Depois fomos visitar uma botica gira!

Ali podia-se comprar todo o tipo de especiarias, ervas, chás, sabonetes, pós e “lasquinhas de qualquer coisa! Coisa mais linda!

E chegamos às lojinhas

Depois estava na hora de comer qualquer coisa! Encontramos um restaurantezinho bem perto do hotel, muito giro e limpo

Tinha menu e a comida era boa. Foi uma boa despedida da cozinha marroquina!

A minha tagine de vitela estava deliciosa!

Parece que a comida de todos estava boa!

O dono do restaurante era simpático e parecia-se bastante com o avô cantigas! Eheheh

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