4. Danúbio 2016 – Parti o meu porquinho

Repeti o ritual, que é tão antigo como o viajar, para mim…

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Aquela excitação de saber quanto consegui amealhar, sem sentir nas minhas finanças do dia-a-dia… Já nem sei dizer há quanto tempo isto começou, quando foi a primeira vez que eu engordei e parti um porco, mas foi antes mesmo de começar a viajar pela Europa. No tempo em que era mais lógico gastar uma fortuna de bar em bar, de restaurante em restaurante durante o tempo de praia, do que pegar no que se tinha e ir por ai fora!

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Então, um dia eu pus fim ao “estamos de férias, há que curtir” e gastar tudo o que se tinha por ai, sem que no fim do mês de agosto conseguisse entender muito bem em que se foram as economias de um ano de trabalho!

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Eu comprei um porquinho fechado, sem hipótese de retirar trocos por um buraco qualquer, e fui lá pondo o que podia sem interferir nas minhas finanças diárias. Ao fim de um ano, quando a gente parte o porquinho e vê quanto ele tem dentro, é mais difícil pegar no dinheiro e desperdiça-lo!

Apetece fazer projetos, apetece fazer algo com ele, que não seja apenas sair para a cidade ou para a praia e gastar!

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E assim começou a tradição de partir o porco e partir!

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