Passeando pelo Douro IV

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17 de Junho de 2012

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O dia seguinte começou com a limpeza dos vestígios da noite anterior…

Mais um balde cheio de garrafas de champanhe, e outras, para o vidrão!…

O Rui é um funcionário da Nº1 muito eficiente e simpático!

Do outro lado do rio, passava o comboio, junto à estação de Aregos.

Ali pelo ancoradouro toda a gente se conhece e conhece o nosso Capitão. O mesmo senhor que nos trouxe o leitão tem um veleiro muito giro para fazer passeios no rio.

Do alpendre na Nº1 apreciava-se a paisagem matinal.

O Capitão estava contente e satisfeito!

O João chegava carregado de cerejas de Resende, ou não estivéssemos na terra delas!

E que lindas elas eram!

E voltamos a soltar amarras e a partir. Subiríamos ainda um pouco mais o rio.

As paisagens são deslumbrantes por ali acima!

O calor apertava lá para cima e o povo tratou de pôr as barriguinhas de fora!

Tudo parece muito maior visto cá de baixo!

Vimos as cuecas à Ponte da Ermida!

E chegamos a Porto Rei. Na encosta a “Casa Grande de Porto de Rei”, também chamada “Casa Grande”. Metade da casa pertence ao Dr. João Afonso de Melo Miranda Mendes (familiar da original proprietária) que a restaurou recentemente. A outra metade pertence a várias pessoas (estranhas à família) que parecem querer deixar cair a sua parte!

Uma pena que abandonem parte do edifício à sua sorte, pois ele é deslumbrante, dizem que por dentro ainda mais!

E paramos para comer!

Estava marcada, desde o dia anterior, uma cabidela para todos… ok, para todos os que gostam!

Os outros comeram febras e peixe do rio!

Pareciam miúdos a caminho do barco, todos satisfeitos de barriga cheia!

A vida é boa quando não se faz nada e tudo corre calmamente em nosso redor!

A Ângela brincava de Rose Bukater, do Titanic, mas virada ao contrário!

Para que os paparazzi fotografassem lá de cima da ponte!

A forma como um barco rompe a água é muito gira! Fartei-me de filmar e fotografar! Pode ser que um dia faça uma brincadeira gira com esse material!

E o povo ia animado lá em cima!

Voltei a escolher mais umas quantas casas para viver…

E o tempo punha-se negro!

E quando o tempo se põe negro, não há que hesitar, vem tudo para dentro e pronto!

Enquanto o Tónica se dedicava a apanhar o resto dos vidos de um copo partido no dia anterior, com os pés!

O Capitão aproveitou para dar uma aceleradela

E quase me descabelava o moçoilo, lá à frente, agarrado como uma carraça!

Sobreviveu!!!

E ainda por cima arranjou as almofadas que o vento da aceleração levantou! Competente, sim senhor!

Há gente que mesmo quando cresce parece sempre puto!

O Capitão tem duas pontes, uma externa e outra interna! Quando chove vem de armas e bagagens cá para baixo. Mas estou como ele diz, pilotar a Nº1 cá dentro é trabalho, não é diversão, senão olhe-se para o seu ar de condutor profissional!

A Nº1 vista de frente e de pertinho parece um grande carro!

Chegamos a Porto Antigo

e fomos exibir-nos para o povo das esplanadas junto ao ancoradouro! Eheheh

Toca de “rapar” de mais uma garrafa de champanhe e brindar mais um pouco!

O Capitão estava mortinho por desanuviar o espirito!

O que ele se fartou de fazer a festa e “vender” as suas sábias teorias!

A cada teoria…

uma macacada!

Foi um momento altamente, entre tantos outros tão altamente como este!

(continua para a eclusa que Portugal vai jogar e a gente quer ver!)

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2 thoughts on “Passeando pelo Douro IV

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