32 – Passeando até à Suiça 2012 – O Château de Gruyères

17 de Agosto de 2012 – continuação

Depois do museu Giger continua-se o caminho até à entrada do castelo propriamente dito, um edifício do séc. XIII cheio de encanto que o torna um dos mais importantes do país!

O castelo funciona desde há muito tempo como museu, desde os anos trinta do seculo passado.

Ali existem diversas obras de arte curiosas e exposições permanentes e temporárias, sendo comum encontrar esculturas no percurso que vamos fazendo.

Os 2 escudos na entrada do castelo são deslumbrantes, um representa Marte e a guerra, outro representa Vénus e o amor (o da foto).

O castelo é uma delícia de viagem por 8 seculos de história e estilos que se sucedem de canto em canto e de sala em sala!

Os interiores são uma delícia de decoração que vai desde a época da construção…

até diversos estilos decorativos que documentam momentos da história do castelo e dos seus donos, como a Sala dos Cavaleiros que documenta os feitos dos condes de Gruyères!

Lá em cima, a caminho da varanda florida que dá para o jardim francês, há uma exposição de pintura permanente, pelo menos está lá desde a minha visita há 8 anos!

Com pinturas surrealistas muito interessantes!

Gostei sempre particularmente desta pintura com o castelo de Gruyères lá em cima do monstro verde!

E da bonita varanda florida pode-se ver a bela paisagem sobre o jardim e os montes fora das muralhas!

La Dent de Broc logo ali, qual dente gigante saído da terra!

É giríssimo percorrer os recantos do castelo, por corredores e muralhas, passadiços de madeira inspiradores cheios de flores!

Dá-se a volta e cada recanto é cheio de encanto!

E de repente, na muralha, encontramos La Tour du Prisionnier, com a obra de Patrick James Woodroffe, composta de imagens que parecem saídas dos contos infantis!

O castelo é muito bonito e muito bem enquadrado!

Pormenores de um castelo que vale a pena visitar!

Da muralha vê-se a envolvência, a igreja de St.-Théodule lá em baixo com o cemitério pequenino! Mais uma terra onde morre pouca gente?!

Lá em baixo a vila de Gruyères, pequena como todas as vilas suíças!

Voltei a passar pelo museu e bar Giger, pois Le Chalet é mesmo ali à beirinha e eu iria lá almoçar!

Le Chalet é um restaurante típico que eu adoro e onde vou almoçar ou jantar sempre que passo perto.

Ali se comem a Raclete e o Fondue mais deliciosos, afinal estamos na terra do grande queijo suíço.

A senhora que serve o fondue já faz parte da imagem do restaurante, trata-nos como se fosse nossa mãe e vem oferecer mais comida quando a gente acaba!

Como eu queria vinho, mas não muito, trouxe-me a canequinha mais gira de um bom e fresco vinho branco. A canequita era pouco maior que o copo e o vinho era delicioso!

A raclete é composta por queijo, batatas cozidas e carne fumada. O queijo é derretido ao calor e espalho depois de fundido sobre as batatas e carne e é um conjunto delicioso!

Saí dali de barriga cheia preparada para continuar as minhas explorações, que eu funciono muito melhor depois de comer!

Ao fundo da rua via-se o Mont Moléson e eu iria visita-lo logo a seguir!

Deixei o castelo para trás, em cima da sua colina e iria vê-lo de longe, a cada momento da subida.

O teleférico fica perto da vila e é fácil de encontrar pois o monte espreita todo o tempo por cima de tudo!

(continua)

Anúncios

2 thoughts on “32 – Passeando até à Suiça 2012 – O Château de Gruyères

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s