Passeando pela vida – Rússia 2015 – O livro! – III

O livro pode ser comprado diretamente a mim, com direito a autografo e tudo, fazendo a transferência do valor necessário, através do meu IBAN, e fornecendo os dados para envio para o meu e-mail.

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Preço do livro + envio via correios:

Portugal – 30€

Portugal à cobrança – 32.45€
Europa – 39€
Brasil – 39€

Preço base do livro – 27€

A minha conta para a transferência:  IBAN – PT 50 0035 0811 00000360900 03

Meu e-mail para contacto:  gracindaramos@gmail.com

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Vale a pena dar uma olhada nas opiniões de quem já o leu:

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O livro está um must!
Um formato muito original, papel de óptima qualidade, ilustrações lindíssimas, textos despretensiosos e deliciosos.
Enfim, um Livro completamente “Fora da Bolha”.
Parabéns Gracinda!
(Manuel Arez)

Já cheguei à Rússia!!!😉 Estou a adorar 😊
Excelentes desenhos e imagens, escrita muito cativante.
Enganam se aqueles que pensam que é um livro só para os amantes de motas!! Acho que tiveste esse cuidado e escreveste um livro para todo o público, sejamos ou não amantes das duas rodas. Recomendo 😘
(Ana Branco)

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Gracinda, o teu livro é de tal forma envolvente que dá vontade de o ler sem parar, porque nos transporta para os locais e situações descritas de uma forma leve e entusiasmante! Obrigada pela partilha das tuas aventuras! Absolutamente extraordinário!
(Paula Santos)

Estou a ler devagarinho, para poder apreciar e deliciar me .estou a gostar muito, obrigada e parabéns
Martins Manuel Sim vale a pena ler e daqui a algum tempo voltar a reler é muito relaxante, e eu que gostava de gostar de ler e enquanto lia até me abstinha de tudo era estranho parece que o tempo parava enquanto lia, e os desenhos fantástico.
(Maria Luísa Mendes Ribeiro)

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Eu adorei, está lindo, a Gracinda além de uma grande motard é uma grande artista, tô fascinada.
(Filipa Silveira)

Ainda só vou 1/4, mas estou a adorar tudo. O texto do Joao Luis, está magnifico, os teus estão como habitualmente deliciosos, tal como as fotos que sempre me deixam “aflita” para sair imediatamente à procura dos locais, e os teus desenhos de viagem são a cereja no topo 😊
Não há como não gostar, e queremos mais 😉
(Paula Cristina Antunes)

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Pois, eu estou a saborear cada página e estou a viajar por todos aqueles locais. O livro é fantástico e supera as expectativas. Um beijinho e os meus parabéns.
(Alberto Cardoso)

É um livro que preenche o imaginário de apreciadores de viagens e aventuras em moto! Bem haja pela entrega personalizada. Boa viagem e muitas aventuras bem conseguidas.
(César e Teresa Miguel)

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O livro é uma delícia de ler! Cativante em tudo! Parabéns pelas palavras, grafismo, fotos e desenhos! Estou a adorar!!
(Simone Marta)

As primeiras impressões são TOP, como não podia deixar de ser, vindo de ti. O grafismo é Fantástico. Vou saboreá-lo quando vier de férias e for para a praia. Um grande beijinho de Parabéns e uma boa viagem!
(Eduardo Ramos Pinto)

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Como poderia não gostar??? Melhor seria impossível.
Mais uma vez muitos Parabéns e tudo a correr nos conformes. Beijinhos
(Isabel Maria )

Estou a ler e a adorar; já vi todas as fotografias – lindas, e desenhos maravilhosos
(Joana Salinas)

O problema, foi chegar com ele até casa 🤣, acondicionei o livro dentro de um envelope, que por sua vez, foi para dentro do saco do capacete. Nunca tinha feito a 2ª circular tão devagar, com a preciosa carga às costas :). Antes do jantar já estava na página 18, convida a ler devagar, para saborear melhor :). Buona strada.
(Jaime Guilherme)

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Eu já comecei a ler
Mas ainda li poucas páginas porque conforme vou lendo vou pesquisando na net todos aqueles lugares que a Gracinda descreve.
Faz uma descrição da sua viagem que me leva a tbm querer visita-los.
(Mário Duarte Ferreira)

Li de um folgo 🙂 Deixaste-me cheio de vontade de visitar aqueles locais! Conhecer aquelas gentes. Obrigado por partilhares a tua estrada 😉 (Carlos Ramos)

Se vale a pena ;)? Vale cada palavra! É para ler devagar e, saborear cada capítulo. Já estou em Bauska ;).
(Jaime Guilherme)

Li!
Recomendo que se deliciem com os textos, os desenhos e as fotos.
Começa-se a ler e o tempo para!
Parabéns e Obrigado Gracinda pelos bons momentos que passei com o livro (e que vou passar ainda).
(Alberto Cardoso)

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Li, deliciei-me, texto, fotografias e desenhos. Um deleite!
(Joana Salinas)

De escrita simples e fluente com pormenores que só os teus olhos captam já me permitiram fazer a viagem
Obrigado por agradáveis momentos de leitura.
(Alexandre Rocha)

Estou na reta final – Roménia, recordando tanta coisa bonita, viajando de novo na forma intensa das tuas palavras. Obrigado amiga.
(Eduardo Ramos Pinto)

Li-o de fio a pavio e gostei tanto que para o ‘digerir’ bem já vou na 2a rodada.
(Isabel Maria)

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Passeando pela vida – Rússia 2015 – O livro! – II

O meu livro está a sair e o fantástico momento ocorre dias antes de eu partir de viagem! Assim as apresentações possíveis até à minha partida são estas, com a presença já garantida em Avis, em setembro.

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Quem o quiser ter para ir lendo e apreciando em tempo de férias, o melhor é tentar estar num destes locais, senão terá de esperar que eu regresse para o voltar a distribuir…

… há que aproveitar bem que, com todo o trabalho que deu, tão cedo não haverá outro!

😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉

Passeando pela vida – Rússia 2015 – O livro! – I

Uma viagem extensa que levava à partida um objetivo delineado, para além do simples passear e explorar: a produção de um livro!

Escrever um livro de viagens, para mim, só fazia sentido se ele resultasse numa obra que eu própria lesse e desfolhasse com prazer e não apenas uma descrição cansativa de trinta e tal dias na estrada, de moto. Por isso ele foi planeado para realizar um sonho dentro de mim. Não é uma descrição de um caminho, nem do dia-a-dia de uma viajante solitária, e ao mesmo tempo é tudo isso!

Uma conjugação de textos escritos ao longo daquela viagem, onde eu parei a toda a hora para registar pormenores que me prenderam a atenção, e que hoje funcionam como um regresso a cada momento, como se tudo se tivesse passado ontem!

Estou a falar da última viagem que fiz com uma PanEuropean e que resultou num livro bonito que vai sair agora com:

Dimensão A4 horizontal
272 páginas
117 desenhos
21 fotos

… e muito trabalho de uma equipa magnífica de pessoas fantásticas que tornou esta “pequena obra” possível!

Trata-se de uma edição de autor, por isso não tem uma editora por trás a promove-lo, e terá de ser encomendado diretamente a mim! 😀

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41. Escandinávia 2017 – Passeando até Giethoorn

29 de agosto de 2017

Ao tempo que eu não me passeava pela Holanda!

O país é tão bonito e me chamava há tanto tempo e, no entanto, demorei tanto a lá voltar!
Amesterdão não é a única coisa que há por ali para explorar e sempre apreciei muito mais a cidade à noite que durante o dia, por isso pus-me a léguas rapidamente, começando o meu desenho de um percurso meio intrincado no meu mapa, que duraria todo o dia.

Havia Giethoorn para visitar e todo o caminho até lá, bem cedo pela manhã. ando se sai de Amesterdão o caminho não tem muito de inspirador, mas à medida que a gente se aproxima da cidadezinha tudo se vai tornando cada vez mais encantador!

Começam a aparecer canais e rios nas bermas do caminho e as pessoas passeiam-se serenamente de bicicleta. E não há idade para se andar de bicicleta por aquelas bandas!

Então chega-se a Giethoorn, uma cidadezinha de origem medieval onde, na sua zona mais antiga, o transito se faz de barco, pelos canais, ou de bicicleta, por vias estreitas nas suas margens.

E o tempo para ali!

Estamos na chamada Veneza dos Países Baixos, mas eu chamar-lhe-ia mini-Veneza, porque tudo é tão mimi tão pequenino e fofinho que parece de brincar!

Mesmo as pontes levadiças, que atravessam pequenos canais, são pequenitas e abrem-se com um toque de mão nas suas alavancas, mostrando-me como é eficaz o sistema de abertura, que aparece já nas pontes das pinturas de Van Gogh!

As casas com telhado de colmo são acolhedoras e fazem todo o sentido no meio envolvente!

Os caminhos para cada casa são alcatroados, mas estreitinhos, não haverá mais espaço do que para duas bicicletas se cruzarem! Em contrapartida os canais permitem uma boa circulação de barcos e botes.

Como será viver ali todos os dias, numa casa daquelas e com uma paisagem destas?

E ter o nosso próprio canal, com os nossos próprios barcos ancorados à nossa espera?

Se eu vivesse ali não seria necessário o medico mandar-me caminhar, eu fá-lo-ia de boa vontade todos os dias, carregando os meus livrinhos para desenhar aqui e ali!

Recantos de paraíso!

E não estava tudo cheio de turistas, a paz sentia-se em cada perspetiva. Tudo o que se ouvia era o cantar dos pássaros!

No fim do meu relaxado passeio havia a esplanada que me recebera à chegada, sobre o canal, com uma cerveja fresquinha e alguns turistas que chegavam de bicicleta, para passear de barco.

Num ambiente sereno, de sol e beleza, que me ficaria na memória

Confesso que queria ficar ali por uma férias completas!

Fui passeando ao longo do caminho que me levaria à zona nova da cidade, sozinha em sossego

As pessoas começavam a acordar e a andar um pouco por todos os lados, alegrando o ambiente

A bomba de gasolina chamou.me a atenção, na borda do rio para abastecer carros e barcos. Tudo é bem pensado por ali!

A minha imagem parecia impressionar quem passava. A verdade é que também me impressionava a mim! Vista daqui parecia um guerreiro refletido nas montas!

Havia outras terras em mente, estava na hora de partir para mais descobertas!

(continua)

40. Escandinávia 2017 – de Estocolmo até Amesterdão passando por Copenhaga…

27 de agosto de 2017

Há dias numa viagem em que a história é apenas sentida e vivida e aquele seria assim. A distância entre Estocolmo e Copenhaga seria apenas feito de condução e de deixar passar a estrada, porque em viagem eu só faço o que me apetece e a vontade de andar a catar em redor não era muita!

Claro que eu olho em redor, claro que não corro cegamente em velocidade, apenas não me apetece andar para um lado e para o outro à procura de nada! claro que há países onde a gente tropeça em coisas fantásticas, aldeias medievais lindas, ou cidadezinhas cativantes e aí eu nunca resisto, mas por ali as coisas não estão na berma das ruas a chamar por nós, por isso fui seguindo sem nem pensar em mais nada.

Depois há as curiosidades que apenas quem anda na estrada acha piada. Um casal de velhos que me acenava de dentro do seu carro também velhote, depois de se esforçarem por me ultrapassar e me verem o mais de frente possível, um grupo de motards que rolou comigo durante alguns quilómetros e uma estrada que se abre de repente, no meio de nada, em frente a todos nós !

Demorei um bocadinho a perceber que não era acidente nem nada, só uma ponte móvel!

Senti-me na Holanda, de repente!

Mas é claro que nem só a Holanda é cheia de canais, ali para cima o que há mais é rios, lagos, charcos e canais!

Ainda deu para dois dedos de conversa e sentir-me uma star, por estar na Finlândia a falar do norte da Noruega com motociclistas dali que nunca lá tinham ido!

Claro que aqui e ali fui vendo mais um pouco da arquitetura da zona, em Jonkoping, mas sempre sem me afastar muito da minha montada, porque a vontade não era de permanecer no meio de uma cidade!

Talvez fazer um piquenique no jardim junto ao lago, isso sim!

Dias antes um amigo do Facebook me convidara para passar na sua casa em Malmö e até pernoitar lá. Eu tinha dormida reservada em Copenhaga, mas podia passar e estar com gente portuguesa sim, porque não!

E era para lá que eu me dirigia, apreciando a infinita paz da paisagem e dos céus inspiradores!

A paz daqueles países inspirara-me tampo para permanecer na paz!

E foi um serão tão bem passado, com gente boa e conversas infinitas em português, tantos dias depois!

“Registos de viagem – 15
Tão longe de Portugal, tão perto de gente amiga! No meu caminho para Copenhaga, fui recebida como uma princesa, entre conversas a 3 línguas, num delicioso jantar como já não me lembrava de ter! O Facebook tem estas coisas fantásticas, uma facilidade de comunicação e uma rapidez de aproximação, que supera distancias e ultrapassa dificuldades, quando a gente quer! Não sei se cheguei a agradecer convenientemente …
Obrigada Carlos Nunes, esposa e amigos, foi muito giro estar convosco”

In Facebook

Naquela noite eu atravessaria a ponte-túnel, que liga a Finlândia à Dinamarca, e chegaria ao meu hostel com vontade de ficar mais uma infinidade e continuar explorando em redor… mas amanhã era dia de abandonar a Escandinávia…

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28 de agosto de 2017

Eu estivera em Copenhaga na minha ida, voltava a lá estar na minha volta…
Eu sabia o que tinha gostado e o que tinha detestado, por isso sai cedo para me escapar dos turistas aos milhões que enchiam tudo de confusão, e para me escapar também do transito meio caótico e apreciar o ambiente do cais Nyhavn, o mais solitariamente possível!

E foi possível mesmo!

Na verdade, andei por ali a meu gosto sem ninguém me perturbar nas minhas muitas voltinhas de mil fotos e alguns desenhos!

Fosse mais tarde um bocadinho e tomaria uma cerveja numa daquelas esplanadas encantadoras!

Como sempre, onde há uma ponte há a os cadeados aos montes! Enfim, coisa de turista que só turista tolera!

“Não importa quantos dias eu ande em viagem, a sensação de regresso sempre me deixa nostálgica! É a nostalgia que filtra tudo o que vejo e visito nesses regressos, não importa a que distância eu esteja de casa. Assim aconteceu em Copenhaga, tão longe e tão perto do meu país, apenas porque era o meu último dia por terras escandinavas… eu olhava tudo em redor com a despedida no olhar… “

(in passeando pela vida – a página)

E estava na hora de ir embora, não importava o quanto custasse!

O Que tem de ser tem muita força e o caminho de casa era uma obrigação, não uma opção!

O caminho que me esperava era longo e sem vontade de fazer mais nada senão… faze-lo!

Definitivamente, para quem stressa em meter a moto num ferry eu acabava de me diplomar na matéria, depois de uma infinidade deles que já fizera até chegar ao último da viagem!
A gente chega a uma portagem, como uma autoestrada, e é sempre a andar!

É só entrar num carreiro, pagar ao portageiro, seguir as indicações e pronto!

Algures um barco me esperava com alguém para me dizer o que fazer a seguir!

E do outro lado ficava a Alemanha…

…. Quanta nostalgia no meu olhar!

A minha motita cheia de terra e pó na sua última viagem através da água…

E foi sem parar que segui para a Holanda!

Às vezes é quase como arrancar um dente: já que se tem de ir embora, então siga sem muitas birras!

Que o pôr-do-sol esperava-me por lá com direito a belíssimos momentos!

Ok, vá lá, saíste dos países nórdicos, mas ainda tens algumas coisas para catar nos países do norte!

Naquela noite não jantaria, apenas petiscaria algumas porcarias, daquelas que ajudam a passar o tempo e organizar o pensamento, e que na maioria das pessoas são doçarias, mas comigo são fatias de queijo, presunto, pão e coisas afins! Afial havia um por-do-sol a apreciar!

E amanhã teria tempo para explorar a redondeza, porque a próxima noite seria também em Amesterdão!